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Aprenda o passo a passo para uma massagem nas pernas

Aprenda um passo a passo para você relaxar com uma massagem nas pernas. Para dar certo, repita de 3 a 8 vezes cada etapa!
Quer deixar suas pernas mais fortes e bonitas? Uma massagem bem feita pode te ajudar. A fisioterapeuta e massagista Marisa Mendes, do Centro de Estética Integrada Roseli Siqueira, ensina o passo a passo. Segundo ela, o estímulo fará com que sua circulação seja turbinada. Assim, seu corpo terá mais vigor. Confira:

1. Deslize as mãos (besuntadas com hidratante) do pé até a coxa.

2. Subindo as mãos, amasse as panturrilhas na direção da virilha.
3. Repita o passo 2 nas partes interna e externa das coxas, massageando.

4. Dê leves beliscões na área, com a mão em formato de pinça.
5. Deslize a mão na coxa e aperte bem, voltando ao movimento pincelar.

6. Pressione com os polegares de baixo para cima para ativar a circulação.
7. Mexa os dedos "desenhando" círculos com as duas mãos.

8. Lembre-se: o toque correto nas pernas vai dar mais ânimo!


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11 mitos e verdades sobre câncer de mama

As brasileiras ainda acreditam em muitas lendas sobre o câncer de mama que comprometem o diagnóstico precoce e dificultam o tratamento.
1. Algumas mulheres da minha família tiveram câncer de mama. Por isso, corro mais riscos. 
Verdade - Ter mãe, irmã ou filha com câncer de mama aumenta o risco em 80%. Há um teste que mostra se há mutações genéticas. Porém, o serviço só é feito na rede particular de saúde e custa em torno de R$ 600. Se for detectada a mutação, as cirurgias preventivas conseguem reduzir bastante esse risco. 

2. Não tenho histórico familiar. Nunca terei tumores nos seios. 
Mito - Nenhuma mulher está imune ao câncer de mama. O risco básico de qualquer uma de nós desenvolver esse tipo de tumor é de 12%, mesmo sem casos na família. Uma em cada oito brasileiras de até 70 anos vai ter a doença. 

3. Fazer mamografia todos os anos é necessário para detectar tumores. 
Verdade - A mamografia é a principal forma de diagnóstico precoce da doença. Quem tem histórico familiar deve fazer o exame a partir dos 25 anos. As demais, após os 40. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura. 

4. Emoções negativas como estresse, mágoas e raiva podem causar câncer. 
Mito - "Nenhum tipo de câncer surge a partir de sentimentos negativos. Por mais profunda que seja sua mágoa, tristeza ou depressão, essas emoções não têm a capacidade de se transformar em tumores. Isso é uma grande mentira", esclarece Sérgio Simon. 

5. Faço o autoexame, apalpando meus seios em busca de caroços. Não preciso de outros exames. 
Mito - O autoexame das mamas é uma prática positiva, que deve ser estimulada. Contudo, ele não é capaz de detectar vários tipos de tumores, especialmente aqueles em fase inicial, com maiores chances de cura. De acordo com a recomendação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), para obter um diagnóstico precoce é preciso consultar um médico, realizar exame clínico de mama e fazer a mamografia. 

6. Mulheres obesas ficam mais suscetíveis à doença. 
Verdade - O excesso de peso é prejudicial porque o tecido gorduroso aumenta os níveis de estrogênio. 

7. A terapia de reposição hormonal pode ser um fator de risco. 
Verdade - A terapia costuma ser usada em mulheres na pós-menopausa para melhorar os sintomas do climatério e reduzir a osteoporose. "Porém, o uso de estrogênio e progesterona compromete as alterações que as glândulas mamárias sofrem com o avançar da idade. Isso aumenta o risco de câncer de mama quando o uso é por tempo prolongado", diz o oncologista Sérgio Simon. 

8. Quem menstrua muito cedo ou é mãe depois dos 30 anos tem maior probabilidade de desenvolver a doença. 
Verdade - O risco aumenta porque essas mulheres menstruam mais vezes ao longo da vida, ficando excessivamente expostas aos hormônios estrogênio e progesterona. "O estrogênio estimula as células da glândula mamária a se reproduzir. Portanto, quanto mais menstruações, maior é o risco", explica Simon. 

9. Anticoncepcionais que interrompem a menstruação são eficazes na prevenção do câncer de mama. 
Mais ou menos - "Esse tipo de anticoncepcional tem sido altamente positivo no combate ao câncer de colo de útero. Contudo, em casos de câncer de mama, ainda não foi feito um estudo definitivo sobre a eficácia", esclarece o oncologista Sérgio Simon. 

10. Praticar uma atividade física ajuda na prevenção. 
Verdade - Cerca de 30 minutos diários de caminhada são suficientes. E a atividade traz benefícios extras: mantém os ossos fortes e a cabeça tranquila. 

11. Próteses de silicone podem causar câncer. 
Mito - Não há relação entre câncer de mama e próteses de silicone. O único problema é que o implante pode dificultar o diagnóstico de tumores.

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Pílula do dia seguinte. Veja como usá-la corretamente!

Especialista esclarece as 7 dúvidas mais comuns sobre a pílula do dia seguinte, o medicamento que evita a gravidez em situações de emergência.
Muitas mulheres usam a pílula do dia seguinte como método contraceptivo normal. Isso é grave! Essa pílula nasceu para evitar a gravidez em casos de urgência - quando a camisinha estoura ou após violência sexual. Para orienta-la, convidamos a ginecologista Albertina Duarte, coordenadora do Programa do Adolescente de São Paulo, para um bate-papo esclarecedor. 

1. Quando devo tomar a pílula do dia seguinte? 
Em situações de extrema urgência, quando não houve o uso do anticoncepcional diário ou se a camisinha estourou. Atenção: ela não deve ser usada como anticoncepcional normal e, muito menos, em substituição à camisinha. 

2. Se eu tomá-la repetidas vezes, crescem as chances de falha? 
Sim. Desse jeito, o risco de você engravidar aumenta. 

3. Ela pode causar efeito colateral? 
Sim. Dores de cabeça, alteração no ciclo menstrual e enjôos. No caso de diarréia ou vômito, nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. 

4. A pílula só tem efeito até 72 horas depois da transa? 
Sim. Se usar nas primeiras 24 horas, o risco de gravidez é de 5%. Após 48 horas, sobe para 15% e, em três dias, 40%. São dois comprimidos: um para tomar nas primeiras 24 horas e outro 12 horas após o primeiro. 

5. Preciso de receita médica para comprá-la? 
Não. Assim como os anticoncepcionais normais, a pílula do dia seguinte dispensa receitas médicas. Esse medicamento é vendido em farmácias com preço entre R$ 15 e R$ 20. 

6. Se eu esquecer um dia de tomar a pílula normal, devo recorrer à do dia seguinte? 
O certo é usar camisinha. Se a camisinha estourar, aí sim recorra ao medicamento e interrompa o uso do anticoncepcional até a menstruação. 
E use a camisinha nesse período. 

7. Há contra-indicação? 
Sim, a pílula é contra-indicada para pessoas que sofrem de diabetes, problemas cardíacos, circulatórios e de hipertensão. Do mesmo jeito, mulheres que estão tomando antibióticos ou calmantes devem procurar orientação médica antes da ingestão da pílula porque o risco de gravidez nesses casos aumenta para até 22%.

Pílula x Aborto: 
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou que facilitará o acesso à pílula do dia seguinte para combater o número de abortos clandestinos no país, a quarta causa de óbito materno. Ele defende o uso da pílula sendo uma arma importante contra a gravidez indesejada. "Minha equipe está vendo como encaixar a pílula do dia seguinte em nossa estratégia, mas estará com certeza absoluta", afirma o ministro. 

Entenda como funciona: 
1. A função da pílula do dia seguinte é impedir a fecundação, dificultando o encontro do espermatozóide com o óvulo. Então: os comprimidos liberam hormônios sintéticos na corrente sangüínea, que diminuem no organismo o nível do hormônio folículo estimulante, o FSH. Ele é responsável, entre outras coisas, pelos movimentos da trompa que liberam o óvulo e o empurram em direção ao útero. Sem FSH, a trompa sossega, o óvulo estaciona e dificulta e muito o encontro do óvulo com espermatozóide. 

2. Para garantir o serviço, a pílula age também na mucosa que reveste o útero, chamada endométrio. Os hormônios provocam uma descamação nessa mucosa, o que impede que o óvulo fecundado "grude" nas paredes do útero. Tecnicamente, é só depois da fixação que ocorre a gravidez — por isso que muitos especialistas garantem que a pílula não é considerada abortiva, e sim preventiva.



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A sua vacinação está em dia?

Se você não lembra quando foi a última vez que recebeu uma picadinha, significa que já passou da hora de renovar sua caderneta de vacinas
Quando se fala sobre vacinação, logo vem à cabeça a necessidade de levar idosos e crianças para receber as doses. "Os pequenos e os mais velhos necessitam de cuidados especiais, mas é preciso chamar a atenção do público adulto para a importância de se imunizar", afirma a pediatra Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações. 


Afinal, faz quanto tempo que você não checa a sua caderneta de vacinas? Pois saiba que algumas doenças atacam com mais força na fase adulta. Além disso, algumas profissões exigem imunizações especiais. Quem é manicure, por exemplo, precisa tomar as vacinas contra hepatite A e B. 


Para não vacilar com um assunto tão sério, preparamos um guia completo para você e sua família. 


Adultos precisam de vacina, sim! 


. Tétano e Difteria (DT Dupla): uma vacina a cada dez anos. 


. Difteria, Tétano e Coqueluche (DTPa): uma dose a cada dez anos. 


. Sarampo, Caxumba e Rubéola (Tríplice Viral): indicada para quem não tomou as vacinas na infância e não teve nenhuma das três doenças. Dose única. Atenção: contra-indicada para gestantes. 


. Hepatite A, B ou A+B: a vacinação combinada é preferível à vacinação isolada, a menos que um diagnóstico indique imunidade para uma delas. Se isoladas, tomar duas doses para Hepatite A e três para Hepatite B e A+B. 


. Varicela (Catapora): indicada para quem não tomou a vacina e nunca teve catapora. Duas doses ao longo da vida adulta. Contra-indicada para gestantes. 


. Influenza (Gripe): indicada para todos os adultos. Dose única anual. 


Especial para elas - HPV 


. Indicação: mulheres com idades de 9 a 26 anos 


. Número de vacinas: três doses 


. Atenção: vacina contra-indicada para gestantes 


Quem deve se proteger da febre amarela 
Precisam receber a vacina os moradores e visitantes das regiões Norte e Centro-Oeste; dos estados Maranhão e Minas Gerais; das regiões oeste de Piauí, São Paulo, Paraná e Santa Catarina; do sul da Bahia e do Espírito Santo. Atenção: os turistas devem se imunizar dez dias antes de embarcar. A vacina contra a febre amarela é válida por dez anos. 


Efeitos colaterais 
As vacinas são seguras, mas podem apresentar efeitos colaterais. Os mais comuns são dores, inchaço, mal-estar e indisposição. "Não se assuste: as reações costumam ser leves e passageiras. Caso não passem em 24 horas, procure um médico", aconselha a médica Isabella Ballalai.



1. Profissionais de saúde e pessoas que vão a hospitais com freqüência: 
. Tríplice viral 
. Hepatite A 
. Hepatite B 
. Hepatite A+B 
. DTPa 
. DT 
. Varicela (Catapora) 
. Influenza (Gripe) 
. Antimeningocócica C Conjugada (Meningite Meningocócica) 


2. Quem trabalha com alimentos, na indústria ou em restaurantes: 
. Hepatite A 
. Hepatite A+B 
. DTPa 
. DT 
. Gripe (Influenza) 


3. Policiais e bombeiros: 
. Tríplice Viral 
. Hepatite A 
. Hepatite B 
. Hepatite A+B 
. DTPa 
. DT 
. Varicela (Catapora) 
. Influenza (Gripe) 
. Antimeningocócica C Conjugada (Meningite Meningocócica) 
. Febre amarela 


4. Professores, Babás e outras pessoas que lidam com crianças: 
. Tríplice viral 
. Hepatite A 
. Hepatite A+B 
. DTPa 
. DT 
. Varicela (Catapora) 
. Influenza (Gripe) 
. Antimeningocócica C Conjugada (Meningite Meningocócica) 


5. Veterinários e pessoas que lidam com animais: 
. DTPa 
. DT 
. Influenza (Gripe) 
. Raiva 


6. Manicure, pedicure, podólogos e pessoas que fazem a unha sem levar seu próprio alicate: 
. Hepatite B 
. Hepatite A+B 
. DTPa 
. DT 
. Influenza (gripe)



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Varizes...

Se você costuma passar muito tempo na mesma posição, tem tendência à obesidade, fuma e ainda leva uma vida totalmente sedentária, cuidado: saiba que está na lista das fortes candidatas a ter varizes. 

A chance de desenvolver a doença aumenta ainda mais se houver casos desse tipo na família. ''A hereditariedade contribui muito para o aparecimento do problema'', alerta Paulo Valter Castelli Júnior, cirurgião vascular de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular. 

No Brasil, mais de um terço da população (cerca de 35%) sofre do mal. E nós estamos no topo dessa lista: há três mulheres para cada homem afetado. Os hormônios femininos são inimigos das veias, explica o especialista. Não apenas eles estão entre os vilões dessa história. 

Um dos tradicionais aliados na prevenção da gravidez, a pílula também provoca a doença. O uso do anticoncepcional altera a capacidade de coagulação do sangue. Se, além disso, a mulher tem tendência hereditária, pode, sim, desenvolver varizes, assinala o ginecologista José Bento de Souza, de São Paulo. 

Como identificar o mal 

As varizes são visíveis e, se forem grandes, causam um forte incômodo. Elas podem provocar sensação de peso ou queimação na perna e inchaço no tornozelo, explica o cirurgião Castelli Júnior. 

Numa fase mais avançada da doença, há a possibilidade de surgirem manchas na pele e de haver o endurecimento da veia. Chega até a formar feridas, alerta ele. 

Eventualmente, as varizes levam à coagulação do sangue. Isso pode causar embolia de pulmão e sérios problemas respiratórios, chegando até à morte, diz o cirurgião. 

Os tamanhos da doença 

As varizes são um problema genético que deixa as paredes das veias mais frágeis. A pressão do sangue faz com que, ao longo dos anos, elas dilatem e se tornem visíveis. Seu tamanho pode variar, especialmente devido à tendência e aos hábitos da pessoa. 

Saiba mais sobre elas e sua intensidade:

· Telangiectasias: são mais conhecidas como vasinhos. Têm até 1 mm. 

· Reticulares: também chamadas de varizes de médio calibre. Vão de 1 mm 
a 4 mm. 

· Tronculares: são veias bem mais visíveis e dilatadas, que podem ter mais de 4 mm de diâmetro.


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Tire suas dúvidas sobre menstruação

Saiba mais sobre o período fértil, TPM, pílula do dia seguinte, cólicas, gravidez e mais!
1. Dia da fertilidade

A ocasião mais provável para uma mulher engravidar é o chamado dia fértil, ou seja, quando ocorre a ovulação – justamente duas semanas antes da próxima menstruação.

''A margem de segurança é de três dias para mais e para menos'', observa o ginecologista Arthur Campos da Paz.

Se você tem ciclo regular de 28 dias, sua ovulação deve ocorrer no 140 dia do ciclo. Sendo assim, o período fértil vai do 110 ao 170. 

Fique atenta à secreção vaginal, que denuncia o período de risco para engravidar – ela fica abundante e mais aquosa, parecida com uma clara de ovo.

2. Cólicas anormais
As características dores no período menstrual podem esconder outros problemas. As cólicas normais devem sumir com uso de antiespasmódico e/ou antiinflamatório. Se não desaparecerem, vale procurar o médico para apurar possíveis doenças como mioma, endometriose ou, ainda, a presença de útero retrovertido congênito (voltado para trás).

3. Menstruação irregular
Situações que influenciam: estresse, problemas emocionais, viagens, mudanças de ambiente e de hábitos provocam alterações no intervalo menstrual, já que este está diretamente ligado ao hipotálamo - exatamente a região cerebral que sofre influências do meio externo.

4. Para não menstruar
Mulheres que não querem menstruar podem adotar o uso contínuo de pílulas anticoncepcionais. ''Eu aconselho, entretanto, métodos mais modernos para alcançar este objetivo'', frisa o ginecologista Arthur Campos da Paz. ''Não faz mal tomar as pílulas direto, desde que a paciente se sinta bem adotando o remédio'', afirma. Os métodos a que ele se refere - e que liberam menos hormônio no organismo - são implantes intradérmicos, DIU etc.

5. Pílula do dia seguinte
Não se protegeu durante a transa e resolveu recorrer à pílula do dia seguinte? Lembrese de que ela deve ser usada apenas em emergências. ''Adotá-la com freqüência pode levar à irregularidade do ciclo menstrual'', explica o médico Arthur Campos da Paz. A administração correta inclui 1 comprimido em no máximo 12 horas após a relação sexual desprotegida, e outro 24 horas depois do primeiro.

6. Sangramentos durante a gravidez
Durante a gravidez não é normal haver sangramentos. Caso aconteçam, devem ser investigados logo. ''Quando ocorrem até a 12a semana de gestação, são considerados ameaça de aborto. Se forem mais tarde, podem ser decorrência de outros problemas, como uma implantação baixa da placenta'', explica o ginecologista Arthur Paz. Em ambos os casos, procure um obstetra.

7. Cessar da menstruação ao amamentar
Ficar sem menstruar durante a amamentação não é um bichode- sete-cabeças. É que, neste período, mantém-se elevado o nível do hormônio prolactina, o que faz baixar a quantidade de outros dois: o FSH e o LH. Eles são os estimuladores do ovário. ''Com essa mudança, não ocorre o desenvolvimento do endométrio e, por conseqüência, a menstruação'', resume Paz.

8. Período fértil ao fim da menstruação
Entre as mulheres que têm ciclo regular, é difícil – mas não impossível – engravidar logo após o fim da menstruação. Já aquelas com ciclos mais curtos têm de ficar atentas, pois as chances aumentam.

9. O cessar do ciclo
Distúrbios hormonais podem explicar a suspensão das regras. Nesse grupo, entram problemas como ovários policísticos ou o uso de medicamentos como os psicotrópicos. ''A menstruação pode falhar também após uma curetagem pós-aborto, o que vai provocar seqüelas na cavidade do útero'', adverte o ginecologista Arthur Campos da Paz. Mas só um especialista pode apontar a causa correta e o tratamento adequado. Por isso, procure um ginecologista.

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11 verdades e mitos sobre higiene íntima

Saiba mais sobre o uso de absorventes e sabonetes vaginais e evite problemas ginecológicos
O sabonete íntimo é igualzinho ao sabonete comum?
Mito
Os sabonetes íntimos têm um grau de acidez semelhante ao da região genital. Por isso, eles reduzem as chances de irritação na vagina. Porém, segundo os médicos, o ideal para higienizar a vagina é usar água e sabonete neutro (ou de glicerina).

Absorventes perfumados podem dar alergia?
Verdade
O ideal é usar absorventes sem fragrância. Afinal, a ação de substâncias perfumantes pode causar ardor, alergias, coceira, fissuras externas e até dor na relação sexual.

Faz mal usar sabonete íntimo diariamente?
Mito
Desde que o sabonete íntimo seja de pH neutro e sem perfume, não há problema. Os sabonetes comuns costumam ser ácidos demais ou de menos para a higiene diária da mulher.

As calcinhas de algodão são mais recomendáveis que as de material sintético?
Verdade
A calcinha ideal para o dia-a-dia é a branca de algodão, porque facilita a transpiração e a ventilação da vagina. A cor também é importante: algumas calcinhas com cores berrantes podem liberar substâncias químicas do corante e causar irritação.

O protetor de calcinha pode ser usado diariamente?
Mito
O protetor de calcinha diário é contraindicado, porque a região vaginal não deve ser muito abafada. O uso constante desse produto pode provocar corrimentos, coceira e infecções, porque torna o local excessivamente quente e úmido.

Lenços umedecidos para higiene íntima podem ser usados todos os dias?

Mito
Lencinhos umedecidos — das mesmas marcas dos sabonetes íntimos — podem ser guardados na bolsa e são ótimos para situações de emergência. Só não devem ser usados todos os dias, pois podem causar irritação e coceira.

Absorventes internos podem causar cólica?
Mito
A maioria das mulheres sente-se confortável com o uso de absorventes internos e não tem problemas com ele. O uso desse produto não tem nada a ver com a cólica menstrual.

O absorvente interno pode tirar a virgindade?
Mito
Mesmo mulheres virgens podem fazer uso do absorvente interno. Esse produto não rompe o hímen: essa membrana é elástica e resiste bem à colocação de absorventes internos.

É melhor usar papel higiênico branco e sem perfume do que os coloridos ou perfumados?
Verdade
O perfume e a tinta do papel higiênico podem agredir a mucosa vaginal e irritá-la. Os sintomas mais comuns são ardência, coceira, dor ao urinar e dor na relação sexual.

O banho com água fria é mais indicado para a higiene íntima?
Mito
A água fria agride menos a pele do que a quente, mas para a higiene a temperatura da água é indiferente.

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10 respostas sobre absorventes

Com qual frequência deve ser trocado? Quem tem candidíase pode usar? Tire essas e outras dúvidas sobre absorventes
Com qual frequência deve ser trocado?

É importante trocá-lo a cada quatro horas. Ou até menos, se o seu fluxo for intenso e ele ficar muito carregado antes disso. O sangue é um veículo perfeito para a proliferação de bactérias, que podem provocar infecção. Além disso, segundo o ginecologista carioca Felipe Carvalho, em contato com o ar, esses microorganismos tendem a produzir odor forte, mesmo que o produto contenha algum tipo de desodorante. Melhor não arriscar.
Absorventes internos podem provocar choque tóxico?

Fique tranqüila com relação aos boatos que circulam na internet sobre o uso de dioxina nos absorventes internos. Essa substância é um resíduo derivado do branqueamento do algodão feito com gás cloro e está associada à síndrome do choque tóxico, que provoca febre forte e outros sintomas que podem levar à morte. Ela também aumentaria o sangramento durante o período menstrual (o que faria o produto vender mais). Segundo Maria Márcia Caldas, cientista do centro de pesquisa e tecnologia da Johnson & Johnson, essa etapa foi abolida do processo de fabricação há muitos anos.

Existe absorvente ecológico?

Nos Estados Unidos já existe uma alternativa aos tampões. É o DivaCup, que se parece com uma taça pequena, sem o pé. Sua utilização é bem parecida com a do absorvente interno. Outra modalidade, encontrada aqui mesmo no Brasil, é o aBiosorvente. Feito de flanela de algodão, ele é reutilizável e deve ser lavado após o uso.

Como sei o tamanho certo do tampão interno?

Escolha o que se adapta à quantidade do seu fluxo, não o que imagina ser ideal para seu peso ou altura. Usar um com poder de absorção maior do que o necessário pode provocar ressecamento da vagina e ferimentos na hora de retirá-lo. Na dúvida, fique com o pequeno e substitua-o ao perceber que precisa ou com quatro horas de uso. Jamais escolha um maior só porque deseja mudá-lo menos vezes.

Como checar se o tampão está no lugar correto?

Você terá certeza de que inseriu o tampão no lugar certo se não perceber que está usando. Isso porque as terminações nervosas da vagina ficam localizadas apenas no primeiro terço do canal, bem pertinho da entrada. Ele deve ficar posicionado no terço médio do canal, sem risco de bloquear o fluxo.

Posso transar com um absorvente lá dentro?

Melhor não. O pênis vai acabar empurrando o tampão ainda mais para dentro, o que poderá machucá-la. Portanto, mesmo que o rala-e-rola esteja quente, peça licença, vá ao banheiro e puxe a cordinha!

O que fazer se o barbante do tampão sumir?

Nada de desespero! Lave as mãos, fique de cócoras, lubrifique o polegar e o indicador e introduza-os na vagina. Isso ajudará a encontrar o danado com facilidade. Agora, se não conseguir, procure o médico.

A cobertura do absorvente é segura para a saúde?

Existem dois tipos de cobertura para o produto externo. Uma mais macia, com extrato de algodão; outra de polietileno, com textura de plástico. Segundo Alexander Froio, gerente de assuntos regulatórios da Procter & Gamble, nenhuma amostra do produto gerou indícios de alergia ou sensibilização durante os testes.

Quem tem candidíase pode usar tampão?

Como mulheres alérgicas são mais vulneráveis a infecção vaginal por fungos, os absorventes internos e os perfumados estão contra-indicados a elas.

Quando é melhor lançar mão do absorvente externo?

Prefira os externos se estiver com alguma infecção na pele perto da região genital. Assim, evitará ''carregá-la'' lá para dentro. E não se esqueça de lavar as mãos antes e depois de realizar a substituição para evitar contaminações por estafilococos, bactérias que sobrevivem facilmente nas mucosas e podem se multiplicar bem ali, na sua vagina. Se na hora de dormir o fluxo for intenso, lance mão do tipo ''noturno'', que é mais comprido e evita surpresas ao despertar. ''As abas também são ótimas para prevenir vazamentos'', explica Fernanda Bruzadin, cientista do centro de pesquisa e tecnologia da Johnson & Johnson.

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Receitas caseiras para acabar com sintomas da TPM



Acontece todo mês: a gente briga até com a melhor amiga, chora vendo comédia, come feito louca, incha tanto que não entra nem em jeans larguinho... A culpa é da TPM.


Dez dias antes de vir a menstruação, nossos hormônios deixam a gente louca. Ainda bem que é possível acalmar nossa fera interior sem precisar de remédio. Conheça algumas receitas caseiras que vão te ajudar nesse período.


Dor nos seios
Pouco antes de menstruar, é comum notar que os seios ficam inchados e doloridos. Uma das formas de aliviar o incômodo é consumir alimentos que contenham vitamina E, como ovos e peixes. Usar top ou um sutiã mais firme também evita a dor na região, principalmente se você tem muito busto ou pretende praticar atividades físicas.


Inchaço
A ginecologista Lucia Costa Paiva ensina um truque simples para acabar com o inchaço: dez dias antes da menstruação, diminua o consumo de sal. Outra boa dica é tomar um diurético: bata no liquidificador o suco de 1 laranja-lima, 1 fatia grande de melancia e 10 folhas de capim-cidreira fresco. Beba diariamente.


Dor de cabeça
Evite a dor tomando chá de gengibre feito por infusão: leve 1 xíc. de água ao fogo até ferver. Despeje o líquido sobre 1 col. (sopa) da erva, tampe e deixe descansar por três minutos. Segundo uma pesquisa, a ação anti-inflamatória do gengibre pode ser melhor que remédio!
Depressão, tristeza, sensibilidade
A melhor solução para esses problemas é praticar atividades físicas. Trinta minutos diários de exercícios leves já fazem com que o corpo libere endorfina, uma substância que aumenta a sensação de relaxamento e bem-estar. Fazer o que você gosta e estar em companhia de pessoas agradáveis também faz toda a diferença!

Além desses cuidados, você também pode consumir camu-camu, uma fruta nativa da Amazônia, rica em vitamina C, que ajuda a combater a depressão. Consuma diariamente 1 unidade da fruta ou 1 grama da versão em pó (encontrada em feiras de alimentos regionais ou lojas de produtos naturais).

Raiva e ansiedade
Ao menos durante a TPM, evite consumir café, chá preto, chocolate e refrigerante, cujos nutrientes podem aumentar o nervosismo. Tome chá de folhas de maracujá e sinta a raiva passar rapidinho.

Gula
Consuma alimentos ricos em ácidos graxos, como peixe, azeite, linhaça e óleo de girassol, que ajudam a combater a gula.

Cólica
Aplique uma compressa de chá de camomila morno no abdômen, abaixo do umbigo. Troque-a antes de esfriar e mantenha-a na região até a dor passar.

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6 razões para tomar anticoncepcional

O contraceptivo oral não só evita a gravidez indesejada como diminui os riscos de vários problemas, que vão de acne a cisto no ovário
Ao longo dos últimos 50 anos, a pílula anticoncepcional evoluiu da maneira que as mulheres sempre sonharam: manteve o principal benefício (99% de garantia contra gravidez não desejada) e reduziu seus efeitos colaterais.

E tem mais: segundo Afonso Nazário, chefe do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), hoje, os anticoncepcionais orais também ajudam a prevenir uma série de males, que vão desde espinhas no rosto a cistos no ovário. Isso porque atualmente elas têm dose hormonal dez vezes menor!

Já é possível também encontrar versões que combatem a tensão pré-menstrual e - viva! - diminuem o inchaço. Tudo isso sem alterar a libido. Bons motivos para comemorar, né?

O que mudou?
Os anticoncepcionais são produzidos, em sua maioria, com os hormônios estrogênio e progesterona sintéticos. O que muda entre as pílulas é a dosagem deles. Como cada uma recebe um nome comercial, muitas vezes, você encontra diferentes nomenclaturas para o mesmo princípio ativo.

Fora isso, os benefícios gerados pelas misturas hormonais mudam conforme a pessoa. Assim, antes de passar em uma farmácia, converse com seu ginecologista, para que ele avalie qual é a melhor pílula para você e indique como ela deve ser tomada.

1. Ameniza os sintomas da TPM
Pesquisas da Universidade Estadual de Campinas e do Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas revelam que 80% das mulheres sofrem ou já sofreram com a TPM. Pílulas com drospirenona ou anticoncepcionais de uso prolongado (aqueles que podem ser usados sem pausa para menstruar) são boas opções, já que possuem efeito diurético, evitando inchaço e dores no seio e ainda reduzem a irritação, a ansiedade, a melancolia e o nervosismo típicos desse período.

2. Combate a síndrome do ovário policístico
Frequente em mulheres em idade reprodutiva, a síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio que se manifesta de diversas formas, com irregularidade menstrual, acne, oleosidade excessiva da pele ou aparecimento de pelos grossos nas costas, glúteos e rosto. Anticoncepcionais com ciproterona em sua fórmula costumam ser os mais recomendados para esses casos.

3. Melhora pele e cabelo oleosos
Após três meses de uso, a maioria das pílulas melhora o aspecto da pele e do cabelo. Isso por causa de três tipos de hormônios sintéticos, de nomes difíceis, mas com benefícios certeiros: gestodeno, drospirenona e ciproterona. Eles regulam a oleosidade da pele e reduzem o surgimento de cravos e espinhas. Não bastasse isso, ainda têm efeito na textura do cabelo, tornando os fios sedosos.

4. Evita o inchaço e a retenção de líquidos
Contraceptivos que contêm uma substância chamada drospirenona podem combater duas das principais reclamações femininas: a retenção de líquidos e o inchaço, que se agravam principalmente durante a tensão pré-menstrual. Esse hormônio sintético faz com que o líquido não fique preso no organismo e o corpo não inche como de costume. Dessa forma, você se sente mais magrinha e nota até que a celulite fica mais discreta.

5. Diminui crises de dor de cabeça
Sentir o incômodo no período de adaptação à pílula, durante os primeiros três meses, é normal. Após esse tempo, se você estiver tomando o remédio certo, já poderá sentir um alívio nas dores de cabeça. Anote aí: os contraceptivos sem estrogênio, apenas com os hormônios progesterona levonorgestrel ou noretisterona, são os mais indicados. Mas, atenção: caso você já sofra de dores fortes e constantes na cabeça ou tenha diagnóstico de enxaqueca, procure um neurologista, pois nenhum contraceptivo oral fará milagre nesse caso.

6. Controla os vasinhos
Se suas pernas denunciam que você tem tendência ao problema ou se sua mãe já sofre com varizes e vasinhos nas pernas, o melhor é optar por um contraceptivo à base de um hormônio que interfira o mínimo possível no sistema vascular, caso das pílulas com levonorgestrel. Peça uma amostra grátis a seu ginecologista e teste.


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